terça-feira, 24 de setembro de 2013
As Ideias de Darwin e suas teorias
Darwin desenvolveu uma teoria
evolutiva que é à base da moderna teoria sintética: a teoria da seleção natural.
Segundo Darwin, os organismos mais bem adaptados ao meio têm maiores chances de
sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um número maior de
descendentes. Os organismos mais bem adaptados são, portanto, selecionados para
aquele ambiente.
Os princípios básicos das idéias de Darwin podem ser resumidos no seguinte modo: Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, idênticos entre si.
Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à idade adulta.
O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos constante ao longo das gerações.
Assim, há grande "luta" pela vida entre os descendentes, pois apesar de nascerem muitos indivíduos poucos atinge a naturalidade, o que mantém constante o número de indivíduos na espécie.
Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando comparados aos organismos com variações menos favoráveis.
Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos, estes apresentam essas variações vantajosas.
Assim, ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.
Os princípios básicos das idéias de Darwin podem ser resumidos no seguinte modo: Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, idênticos entre si.
Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à idade adulta.
O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos constante ao longo das gerações.
Assim, há grande "luta" pela vida entre os descendentes, pois apesar de nascerem muitos indivíduos poucos atinge a naturalidade, o que mantém constante o número de indivíduos na espécie.
Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando comparados aos organismos com variações menos favoráveis.
Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos, estes apresentam essas variações vantajosas.
Assim, ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.
Os pontos débeis desta teoria são numerosos
e encontram-se inter-relacionados; não obstante, vamos tentar indicá-los por
ordem de importância de uma perspectiva metodológica ainda que isso signifique
mencionar algum tema repetido vezes por colocar problemas de diferente
natureza:
1.
A teoria darwinista da seleção natural tenta explicar o desaparecimento
de modificações genéticas não ótimas pela falta ou menor adaptação dos
indivíduos ao meio, mas não diz nada da origem das modificações nem dos
processos em que se levam a cabo.
Implicitamente está negando ou reduzindo à sua mais
mínima expressão o próprio conceito de evolução uma vez que os novos seres se
compõem da mesma informação genética que os seus antecessores, com supostas
mutações que podem ter um efeito tanto positivo como
negativo.
De forma indireta assume-se que onde não há seleção natural não há evolução.
De forma indireta assume-se que onde não há seleção natural não há evolução.
2.
O argumento central da seleção natural ou dito de outra forma “o que
existe é porque sobreviveu ou não desapareceu” é uma tautologia pelo que não
há forma humana de negá-lo. A única crítica possível a esta argumentação é
assinalar a falta de rigor científico na mesma.
3.
O modelo, assim configurado, só funciona em longo prazo na nossa escala
física, logo elimina a evolução em curto prazo e assim surgem idéias como que o
homo sapiens nos seus momentos iniciais tinha praticamente a mesma capacidade
intelectual que na atualidade, estando completamente estendidas nos nossos dias.
Com isso, a única coisa que se consegue é agudizar artificialmente a
problemática dos saltos evolutivos.
Quando cursava o colegial eu ia com muita frequência à biblioteca da minha cidade, localizada em frente a uma praça arborizada, muito bem cuidada, a duas quadras de onde morava. Momentos prazerosos ... a palavra escrita ganhava vida, ideias, sonhos, fantasia ... dava sentido à imaginação. Quando comecei a lecionar, aos 18 anos, uma professora de Português da escola, me emprestava seus livros. Certamente, livros selecionados pelo seu requinte literário. Fui privilegiada, pois estas oportunidades me favoreceram a desenvolver este hábito tão enriquecedor. Relembrar e registrar esses momentos significativos da minha vida foi muito gratificante. Meu pai foi uma grande referência, lia todos os jornais, estava sempre atualizado.
domingo, 22 de setembro de 2013
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
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